"Acho que a Foice como instrumento da morte dá à vida uma idéia de colheita: você nasce, você cresce e então você é brutalmente eviscerado por uma entidade maior e com armas mais violentas que as suas..." - Dark Harlequin
terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
7 curingas.
7 curingas pretos.
O resto não interessa.
E enquanto engatilho as armas, para mais uma batalha encarniçada ao amanhecer, sorrio em deleite de minha própria maldição e insanidade.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
And it comes to an end, in the winter life falls...
Quão justo é o nosso destino e a nossa sina?
É justo o suficiente para que possamos lutar e cortar ao meio os inúmeros fios de destinos alternativos que constituem as nossas escolhas, mas é injusto o suficiente para que as nossas escolhas não sejam a única coisa que influencia no nosso futuro. Lutamos batalhas inteiras por objetivos mínimos e conquistamos recompensas inimagináveis sem sequer mexermos um dedo. As coisas podem ser tão crueis ou tão boas como quiserem, mas a realidade é muito mais dura e difícil.
Elas são apenas boas o suficiente para nos darem esperança e crueis o suficiente para nunca nos deixarem em paz.
“A lullaby of personalities
Introduce another side of me
A demonic twist of fate
Trying to dominate my hate
Whip my soul and caress my flesh
‘till the whines melody still last
A burning wish, a lechery
There’s a demon in me”
sábado, 10 de abril de 2010
Deus nos odeia: A Morte Térmica do Universo
Mas como isso pode ocorrer?
Não existe geração de uma quantidade de energia a partir de uma quantidade menor. Ou seja, não se pode criar energia a partir do nada. Também não existe nenhuma troca de energia que seja 100% eficiente: a soma total de todos os tipos de energia utilizados em um determinado trabalho S-E-M-P-R-E é maior do que a energia resultante.
Isso nos leva a dois pontos: o primeiro deles é que a energia do Big Bang é a energia total do Universo; o segundo é, que se a soma dos fatores é sempre maior que o produto, um dia o produto vai ser zero e, portanto, o universo vai terminar, pois não existe NADA sem energia.
A expansão do Universo é consequência de uma reação de altíssima liberação de energia, mas em um determinado ponto, essa energia vai acabar. E quando ela acabar, o universo vai começar a encolher.
FONTE: Aulas de "Física para ciências biológicas" na UFRGS.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Estreando: série "Deus nos Odeia"
Vida e Morte.
Afinal, o que nos define como seres vivos? A presença de DNA? Se você considerar os vírus seres vivos, então esqueça: os retrovírus não possuem DNA. Se você não considera os vírus seres vivos, esqueça: eles possuem DNA.
A presença de metabolismo é uma das respostas ouvidas com maior confiança: ledo engano. Sabe-se que cristais minerais apresentam metabolismo.
A capacidade de reproduzir-se também não é uma resposta confiável: flocos de neve se reproduzem e não são vivos (espera-se).
A morte, então, é um conceito ainda mais bizarro. Afinal de contas, a morte é "o fim da vida", que, já que não se sabe exatamente o que é, dificulta bastante as coisas.
No entanto, a existência de vida (o que que quer que ela seja e da forma que a conhecemos), é uma condição raríssima no universo. É dependente de inúmeros fatores dos quais podemos numerar pouquíssimos e sem muita convicção.
É também temporária, já que as condições para sua existência não se sustentam para sempre.
A partir de amanhã, iniciarei uma série semanal de postagens sob o título "Deus nos odeia: formas na qual o mundo ou o universo podem acabar". Mas nada profético: todas as possibilidades são cientificamente possíveis (algumas delas, inclusive, são INEVITÁVEIS). Serão alguns paragráfos explicando como ocorreria tal Armagedon.
Espero que gostem ou, pelo menos, achem interessante ;)
See ya.
terça-feira, 23 de março de 2010
-Extraído do diário de Vershak, o Louco.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Hoje vejo, na distância, meus dias sagrados.
Dor. A verdade inconsolável que atravessa como uma estaca minha mente, meu coração e minha alma. Desconsolo e agonia formam a paisagem destas terras obscuras, desta maldita terra de punições, de onde extraio minha loucura.
Vejo o desespero se aproximando, correndo como uma besta sedenta de sangue e faminta de carne, exsudando líquidos ocres e viscosos. Ah, minha espada não há de retalhá-lo, mas farei com que se arrependa de cada passo que avançou. Suas patas felinas fazem o chão tremer, mas, no fim, eu irei triunfar.
Só não sei o quanto perderei.
-Extraído do diário de Vershak, o Louco